Filme: Doze Homens e Uma Sentença
As discussões são sempre interessantes, vamos entrando cada vez mais na história e acabamos por tomar partido igualmente com os jurados: ou torce pela inocência do rapaz, ou pela culpa, ou fica confuso... O impossível é ficar indiferente ao roteiro bem escrito, curioso e inteligente. E os contra-argumentos são usados de maneira precisa e sem parecerem extremamente sentimentais ou moralistas demais, como por exemplo, um jurado, para defender sua posição, utiliza-se de um argumento, depois, outro jurado utiliza-se do mesmo argumento para defender a inocência do rapaz. O mesmo jurado que havia utilizado primeiro o argumento, levanta-se e bravo, diz que esse tipo de coisa não deve ser levada em consideração. Mas, ao invés do personagem de Fonda ir e pronunciar o contra-argumento, ele só olha de um jeito irônico para o outro jurado, que prontamente faz um olhar de perdido no mundo e pronuncia a frase isso não quer dizer nada.
O filme mostra os fatores críticos envolvidos no processo decisório, evidenciando como as pessoas trazem para o grupo e para a tomada de decisão seus padrões, condicionamentos e história de vida. Também evidencia as diferenças individuais que levam as pessoas a, na análise de um mesmo fato, visualizarem diferentes ângulos e verdades; e analisa a capacidade e características do processo de negociação entre as evidências e argumentações, como por exemplo, discutiu-se sobre o tempo (evidência) em que o trem levava para passar, provocando um imenso barulho (evidência), capaz o suficiente de impedir (argumentação) que uma das testemunhas pudesse assegurar, com certeza, que realmente ouviu ser a voz do réu ameaçar o próprio pai de morte.
Texto escrito por Elisabete e Sheila.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Filme: Doze Homens e Uma Sentença
01/10/2007 21:47:28
Elisabete Bisuti Ceron
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Há sempre um anjo na pedra.
O garotinho ficou nas pontas dos pés para ver o pesado bloco de mármore.
- Que vais fazer? Perguntou ao escultor.
- Nada, apenas descobrir o anjo que está lá dentro.
E o menino se foi com a explicação,crédulo e cheio de fé,como todas as crianças.
Um dia voltou.Com carinho comovente,o artista acabara de esculpir uma imagem.
- Que lindo - exclamou o menino.E eu não sabia que ele estava lá dentro!
No nosso trabalho de educadores, quantos pedaços de mármore! Disformes,pesados, a espera de mãos cheias de amor...Que paciência, cuidado, boa vontade são exigidos de nós.
Um golpe em falso, uma pancada má, e lá se vai o trabalho, a esperança da educação.
O que nos dá força é a certeza de que há sempre um anjo na pedra!
- Que vais fazer? Perguntou ao escultor.
- Nada, apenas descobrir o anjo que está lá dentro.
E o menino se foi com a explicação,crédulo e cheio de fé,como todas as crianças.
Um dia voltou.Com carinho comovente,o artista acabara de esculpir uma imagem.
- Que lindo - exclamou o menino.E eu não sabia que ele estava lá dentro!
No nosso trabalho de educadores, quantos pedaços de mármore! Disformes,pesados, a espera de mãos cheias de amor...Que paciência, cuidado, boa vontade são exigidos de nós.
Um golpe em falso, uma pancada má, e lá se vai o trabalho, a esperança da educação.
O que nos dá força é a certeza de que há sempre um anjo na pedra!
quarta-feira, 11 de abril de 2007
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