Após ler este artigo publicado pela revista(Pátio de nov.2007/ janeiro 2008), resolvi escrever uma parte para refletirmos.
A escola deve incorporar cada vez mais o uso das tecnologias digitais para que os alunos e os educadores possam aprender a ler,escrever e expressar-se por meio delas.
O conceito de letramento foi introduzido por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, como a liingüística (Kleiman,1995) e a educação(Soares,1998), e tem sido utilizado para esclarecer diferentes níveis de aquisição da leitura e da escrita.Assim,esses autores fazem uma distinção,entre a alfabetização,entendida como a aquisição da tecnologia do ler e do escrever,sem a apropriação da leitura e da escrita.O sujeito alfabetizado sabe decodificar os sinais gráficos do seu idioma, porém de modo superficial.Ele lê com dificuldade e é capaz de escrever textos simples,como listas de compras e bilhetes.Já o sujeito letrado não só adquiriu a capacidade de ler e escrever,como também é capaz de usar esses conhecimentos em práticas sociais de leitura e escrita.
Embora o termo letramento apresente o prefixo "letra" e tenha sido cunhado no contexto do processo de leitura e escrita,ele tem sido utilizado para designar o processo de aquisição de outros conhecimentos,como por exemplo, o digital.Por isso, é comum encontrarmos a expressão letramento digital designando o domínio das tecnologias digitais,no sentido de alguém não ser um mero apertador de botões (alfabetizado digital),mas sim ser capaz de usar essas tecnologias em práticas sociais.
A presença das tecnologias digitais em nossa cultura contêmporanea cria novas possibilidades de expressão e comunicação.Cada vez mais elas estão fazendo parte do nosso cotidiano e, assim como a tecnologia da escrita,também devem ser adquiridas.Além disso, as tecnologias digitais estão introduzindo novos de comunicação,como a criação e o uso de imagens,de som, de animação e a combinação dessas modalidades.
Os letramentos certamente constituirão os novos desafios da educação.As tecnologias digitais estão proporcionando diversas facilidades que ,mais cedo ou mais tarde, farão parte do repertório do cidadão da sociedade do conhecimento.É fundamental que esses letramentos sejam trabalhados na escola, ampliando as possibilidades de expressão dos aprendizes e permitindo que a sala de aula torne-se contemporârea dessa sociedade do conhecimento.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
As Tecnologias Digitais e os Diferentes Letramentos
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
As Tecnologias Digitais e os Diferentes Letramentos
Após ler este artigo publicado pela revista(Pátio de nov.2007/ janeiro 2008), resolvi escrever uma parte para refletirmos.
A escola deve incorporar cada vez mais o uso das tecnologias digitais para que os alunos e os educadores possam aprender a ler,escrever e expressar-se por meio delas.
O conceito de letramento foi introduzido por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, como a liingüística (Kleiman,1995) e a educação(Soares,1998), e tem sido utilizado para esclarecer diferentes níveis de aquisição da leitura e da escrita.Assim,esses autores fazem uma distinção,entre a alfabetização,entendida como a aquisição da tecnologia do ler e do escrever,sem a apropriação da leitura e da escrita.O sujeito alfabetizado sabe decodificar os sinais gráficos do seu idioma, porém de modo superficial.Ele lê com dificuldade e é capaz de escrever textos simples,como listas de compras e bilhetes.Já o sujeito letrado não só adquiriu a capacidade de ler e escrever,como também é capaz de usar esses conhecimentos em práticas sociais de leitura e escrita.
Embora o termo letramento apresente o prefixo "letra" e tenha sido cunhado no contexto do processo de leitura e escrita,ele tem sido utilizado para designar o processo de aquisição de outros conhecimentos,como por exemplo, o digital.Por isso, é comum encontrarmos a expressão letramento digital designando o domínio das tecnologias digitais,no sentido de alguém não ser um mero apertador de botões (alfabetizado digital),mas sim ser capaz de usar essas tecnologias em práticas sociais.
A presença das tecnologias digitais em nossa cultura contêmporanea cria novas possibilidades de expressão e comunicação.Cada vez mais elas estão fazendo parte do nosso cotidiano e, assim como a tecnologia da escrita,também devem ser adquiridas.Além disso, as tecnologias digitais estão introduzindo novos de comunicação,como a criação e o uso de imagens,de som, de animação e a combinação dessas modalidades.
Os letramentos certamente constituirão os novos desafios da educação.As tecnologias digitais estão proporcionando diversas facilidades que ,mais cedo ou mais tarde, farão parte do repertório do cidadão da sociedade do conhecimento.É fundamental que esses letramentos sejam trabalhados na escola, ampliando as possibilidades de expressão dos aprendizes e permitindo que a sala de aula torne-se contemporârea dessa sociedade do conhecimento.
A escola deve incorporar cada vez mais o uso das tecnologias digitais para que os alunos e os educadores possam aprender a ler,escrever e expressar-se por meio delas.
O conceito de letramento foi introduzido por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, como a liingüística (Kleiman,1995) e a educação(Soares,1998), e tem sido utilizado para esclarecer diferentes níveis de aquisição da leitura e da escrita.Assim,esses autores fazem uma distinção,entre a alfabetização,entendida como a aquisição da tecnologia do ler e do escrever,sem a apropriação da leitura e da escrita.O sujeito alfabetizado sabe decodificar os sinais gráficos do seu idioma, porém de modo superficial.Ele lê com dificuldade e é capaz de escrever textos simples,como listas de compras e bilhetes.Já o sujeito letrado não só adquiriu a capacidade de ler e escrever,como também é capaz de usar esses conhecimentos em práticas sociais de leitura e escrita.
Embora o termo letramento apresente o prefixo "letra" e tenha sido cunhado no contexto do processo de leitura e escrita,ele tem sido utilizado para designar o processo de aquisição de outros conhecimentos,como por exemplo, o digital.Por isso, é comum encontrarmos a expressão letramento digital designando o domínio das tecnologias digitais,no sentido de alguém não ser um mero apertador de botões (alfabetizado digital),mas sim ser capaz de usar essas tecnologias em práticas sociais.
A presença das tecnologias digitais em nossa cultura contêmporanea cria novas possibilidades de expressão e comunicação.Cada vez mais elas estão fazendo parte do nosso cotidiano e, assim como a tecnologia da escrita,também devem ser adquiridas.Além disso, as tecnologias digitais estão introduzindo novos de comunicação,como a criação e o uso de imagens,de som, de animação e a combinação dessas modalidades.
Os letramentos certamente constituirão os novos desafios da educação.As tecnologias digitais estão proporcionando diversas facilidades que ,mais cedo ou mais tarde, farão parte do repertório do cidadão da sociedade do conhecimento.É fundamental que esses letramentos sejam trabalhados na escola, ampliando as possibilidades de expressão dos aprendizes e permitindo que a sala de aula torne-se contemporârea dessa sociedade do conhecimento.
domingo, 6 de janeiro de 2008
Tecnologia :informação e conhecimento na escola
A presença dos elementos tecnológicos na sociedade,especialmente a Internet,vem transformando o modo das pessoa se comunicarem,relacionarem-se e construirem conhecimentos.após os conhecimentos que adquiri e as leituras que fiz das alunas que acompanho pude ter a clareza que a escola não pode ficar alheia a essas mudanças e muitas alunas da peadagogia estão transformando esta realidade, levando para as suas escolas o que aprenderam através de reuniões pedagógicas e até mesmo aproveitando o horário do recreio para motivar os colegas a proporcionar aos seus alunos um conhecimento no laboratório de informática.Penso que é fundamental promover uma discussão ampla sobre a relação que se estabelece entre as novas tecnologias da informação e da comunicação .
Concluí que a aprtendizagem é um processo de metamorfose permanente,no qual se respeita a identidade cognitiva do sujeito,mas a aconstrução e produção do conhecimento é criativae coletiva e será sempre transformada por intermédio do outro,deslocando-se o eixo quantitativo para o qualitativo,krompendo assim com as correntes psicométricas que se oreocupavam com a mensuração da inteligência para se preocupar com o saber. A ênfase muda de eixo, do como ensinar para o como se aprende,mediada pela informática,pelos instrumentos de comunicação sofisticados e pelas imagens interativas,possibilitando o imbricamento homem/máquina.
Aceitar tal posicionamento implica repensar o papel da escola e consequentemente,a prática pedagógica,proporcionando momentos de reflexão e de discussão,permitindo que todas as vozes existentes no cotidiano escolar sejam ouvidas,aceitando o espaço escolar como um espaço factal,multicolorido,no qual cada sujeito tem subjetividade/saberes diferenciados,mas que isolados não podem transformar a escola e, juntos, não perdem sua individualidade,mas ressignificam os seus saberes e subjetividades,construindo novos caminhos mediados pelo coletivo.
Concluí que a aprtendizagem é um processo de metamorfose permanente,no qual se respeita a identidade cognitiva do sujeito,mas a aconstrução e produção do conhecimento é criativae coletiva e será sempre transformada por intermédio do outro,deslocando-se o eixo quantitativo para o qualitativo,krompendo assim com as correntes psicométricas que se oreocupavam com a mensuração da inteligência para se preocupar com o saber. A ênfase muda de eixo, do como ensinar para o como se aprende,mediada pela informática,pelos instrumentos de comunicação sofisticados e pelas imagens interativas,possibilitando o imbricamento homem/máquina.
Aceitar tal posicionamento implica repensar o papel da escola e consequentemente,a prática pedagógica,proporcionando momentos de reflexão e de discussão,permitindo que todas as vozes existentes no cotidiano escolar sejam ouvidas,aceitando o espaço escolar como um espaço factal,multicolorido,no qual cada sujeito tem subjetividade/saberes diferenciados,mas que isolados não podem transformar a escola e, juntos, não perdem sua individualidade,mas ressignificam os seus saberes e subjetividades,construindo novos caminhos mediados pelo coletivo.
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